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sábado, 4 de agosto de 2018

Anna Wintour permanecerá no comando da Vogue

Anna Wintour em foto de 05 de junho, em Nova York.

A sacerdotisa da moda Anna Wintour "aceitou" permanecer como editora-chefe da revista Vogue e diretora artística da Condé Nast, informou no dia 31 de julho o diretor executivo do grupo, Bob Sauerberg.

O anúncio põe fim a meses de boatos, segundo os quais a britânica de 68 anos deixaria o grupo após o fechamento da edição de setembro da Vogue.

Em mensagem publicada nesta terça em sua conta do Twitter, Sauerberg explicou que Anna Wintour tinha aceitado trabalhar com ele "indefinidamente" nas funções que exerce atualmente.

"Anna Wintour é uma líder incrivelmente talentosa e criativa, cuja influência vai além do mensurável", escreveu o chefe da editora Condé Nast. "É parte integrante da transformação da nossa empresa".

O fato de Bob Sauerberg optar por reafirmar que Anna Wintour permaneceria no cargo, após já ter refutado os rumores em abril, poderia estar relacionado com as saídas da diretora de moda e da diretora executiva de moda da Vogue.

Tonne Goodman e Phyllis Posnick, duas figuras históricas da revista, deixam a redação, mas continuarão sua colaboração, informou no dia 31 de julho à AFP uma porta-voz da Vogue ao confirmar uma informação da imprensa.

"A mudança de comando na Vogue aponta outras mudanças?", intitulou no dia 30 de julho o New York Times.

Na Vogue desde 1983, Anna Wintour se tornou a figura mais influente do mundo da moda, marcando tendências e impulsionando alguns jovens estilistas.

Um livro livremente inspirado em sua vida e centrado em seu entorno foi adaptado para o cinema em 2006 em "O Diabo Veste Prada", no qual um personagem que lembra Wintour foi interpretado por Meryl Streep, indicada ao Oscar pelo papel.

Anna Wintour também foi a anfitriã da festa de gala do Met em Nova York, que ela organiza para financiar a parte do museu dedicada à moda, um evento prestigioso que compete com o Oscar.

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