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quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Brasil entrará em 2018 com ritmo de crescimento maior, diz Henrique Meirelles

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, manifestou otimismo em relação ao retorno do crescimento da economia brasileira. Por meio de comentários realizados no dia 08 de setembro em sua conta no Twitter, o líder da equipe econômica do governo do presidente Michel Temer afirmou que o país entrará em 2018 com economia crescendo a um ritmo em torno de 3%, com expectativa de alta ainda maior para 2019.

Segundo Henrique Meirelles , as transformações que estão sendo implementadas pelo governo "ajudam na retomada da confiança, com queda de juros de longo prazo e previsão de crescimento maior nos próximos anos". Entre as medidas apontadas pelo ministro, está a aprovação do teto de gastos , que limita os gastos do governo à inflação do ano anterior pelos próximos 20 anos.
Henrique Meirelles apontou teto de gastos e reforma trabalhista como ações que contribuem para o crescimento.

Meirelles também citou a aprovação da reforma trabalhista, da Taxa de Longo Prazo (TLP), que cria novo cálculo de juros para o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), além da lei de responsabilidade das estatais e do controle da inflação. "O Brasil saiu da recessão", complementou. Na avaliação do ministro, o país está pronto para seguir com a agenda de reformas iniciada no ano passado. "Já aprovamos uma série de medidas", afirmou.

Crescimento pelo consumo 

Durante solenidade de posse do novo presidente da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Marcelo Barbosa, no dia 06 de setembro, Meirelles afirmou que a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) deverá ser puxada pelo consumo das famílias. "Quando a economia começa a crescer, saindo de uma recessão, existe muita capacidade ociosa nas empresas", disse. "É absolutamente normal que o consumo tenha que aumentar primeiro, para as empresas começarem a produzir e a partir daí investirem para expandir essa produção".


No evento, Henrique Meirelles destacou, ainda, que apesar de o total de investimentos ter caído, a preocupação da indústria em contar com novas máquinas e equipamentos cresceu. "Significa que as empresas já estão de fato acreditando e investindo no incremento da produção futura", disse.

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