Páginas

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

IBM desafia percepções apocalípticas acerca da Inteligência Artificial

A empresa de informática estadunidense, IBM , está defendendo a Inteligência Artificial (IA). A gigante da tecnologia vem pressionando Washington com a esperança de desafiar a visão de que: "Profetas temerosos têm previsto uma perda maciça de emprego, ou mesmo de que a IA é uma divindade que controlará a humanidade" – disse o vice-presidente da IBM Watson, David Kennt, em uma carta aberta ao congresso.
Na história do desenvolvimento da IA da IBM, seus engenheiros foram os pioneiros em alguns dos primeiros sistemas de inteligência artificial, incluindo o Deep Blue.

No documento ele ainda aponta que “o real desastre seria abandonar ou inibir a tecnologia cognitiva antes da total realização de seu potencial”. Kenny também está participando do Caucus bipartidário de Inteligência Artificial .

O argumento central de Kenny é rodeado por três princípios fundamentais. Primeiramente, as tecnologias passadas, como o scanner de código de barras e o ATM, melhoraram consideravelmente a eficiência e geraram a criação de emprego. Segundo, taxar ou inibir o desenvolvimento de IA custará aos Estados Unidos uma vantagem competitiva, em vez de elaborar uma mudança na educação ou no treinamento para preparar o país para a tecnologia. O terceiro princípio é que a empresa de IA deve ser transparente sobre o processo de tomada de decisões do seu sistema, e promover um princípio de governança de dados individuais.

Na história do desenvolvimento da IA da IBM, seus engenheiros foram os pioneiros em alguns dos primeiros sistemas de IA, incluindo o Deep Blue , que é um supercomputador projetado para jogar xadrez, que foi responsável por bater o campeão mundial, Gary Kasparov – um dos maiores feitos do IA até hoje. Atualmente, a IBM Watson é um dos principais líderes de computação cognitiva do mundo, com aplicações que vão desde diagnóstico de doenças, até a escrita de livros de receita, para enfrentar as tarefas pesadas de dados do governo federal.


A ética da IA

A proposta da IBM é informar no congresso que a IA não é o primeiro empreendedorismo de alto perfil a ser feito. Muitos encontros e eventos têm pautado a discussão da ética sobre a IA e promovido uma integração responsável da tecnologia.

No último ano, representantes do Google, Amazon, Microsoft, IBM, e do Facebook formaram a Partnership on AI to Benefit People and Society (em tradução livre: Parceiros em IA para Beneficiar as Pessoas e a Sociedade) com o objetivo de desenvolver um possível conjunto de diretrizes para o desenvolvimento de IA. Tem também havido mais atenções individuais para investigar a IA – como o Pierre Omidyar, o fundador da eBay, e Reid Hoffman, co-fundador do LinkedIn, ambos investiram milhões em projetos de IA.

Apesar das mentes e o dinheiro dedicados a resolver o problema, a ética da Inteligência Artificial continua sendo um pântano moral notavelmente pegajoso, que envolve questões de personalidade, sentimentos, e direitos que esbarram com preocupações filosóficas de séculos.

Nenhum comentário:

Postar um comentário